Plebe Rude – Rachando o Concreto em Porto Alegre/RS – Local: Bar Opinião – 03/09/2016 Produção: Opinião Produtora – Texto Por: Glauco Malta

outubro 4, 2016, 9:25 am

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PLEBE-RUDE-BAR-OPINIÃO-03-09-2016-21-300x211A noite estava fria e chuvosa em Porto Alegre, assim fui rumo ao Bar Opinião para assistir e registrar algumas imagens de uma banda histórica e de suma importância no rock de Brasília e do Brasil.

Havia muitos anos desde a última vez em que tinha presenciado uma performance ao vivo da Plebe Rude, e seria a primeira contando com a presença do Clemente (Inocentes), que divide os vocais e as guitarras com o fundador da banda Philippe Seabra já há algum tempo.

E se lá fora o clima estava frio, a banda tratou de deixar o clima quente dentro do Opinião.

O público que se fez presente nesta noite contemplava três gerações diferentes, e mesmo os mais jovens acompanhavam cantando as  músicas de álbuns mais recentes e em uníssono os clássicos eternos da Plebe Rude.

Com um show energético recheado de grandes sucessos de sua carreira e músicas dos seus dois discos mais recentes “R Ao Contrário de 2006 e  Nação Daltônica” lançado em 2014.

A banda demonstrou uma grande sintonia e ótima movimentação no palco entre os integrantes que estavam totalmente a vontade.

Uma das coisas que em chamaram a atenção durante o show, e me bateu uma sensação de Deja Vu,  foi me dar conta de como as letras das músicas compostas há tanto tempo ainda soam tão atuais e se encaixam perfeitamente no contexto de toda situação que o país vive atualmente; digo sem nenhuma sombra de dúvida de que Philippe Seabra é um dos melhores compositores do rock nacional de todos os tempos; se alguém tem alguma dúvida é pegar e dar uma lida com calma em algum encarte dos discos da banda e vai entender o que estou querendo dizer.PLEBE RUDE - BAR OPINIÃO (03-09-2016) - 8

Voltando ao show, os fãns que compareceram presenciaram um desfile de grandes clássicos da banda, “Brasília, Proteção, O Que se Faz, Até Quando Esperar, Johnny Vai à Guerra (Outra Vez), Sexo e Karatê, A Ida, Este Ano” e por aí vai.

A banda ainda proporcionou duas grandes surpresas para o público, tocando um dos clássicos eternos do Punk Rock Mundial “Rock The Casbah” do grande The Clash e depois quando tocaram “Pátria Amada” dos Inocentes; uma das obras primas do punk rock nacional (que se encaixa perfeitamente no que eu disse acima em relação de como uma música composta há tantos anos ainda é tão atual), colocando a galera pra pular e cantar junto com a banda ainda mais.

Destaque mais do que especial para a cozinha da Plebe, com o mestre André X (co fundador da banda) comandando o seu contrabaixo e Marcelo Capucci “sentando o braço” sem dó na batera com  extrema técnica e muito feeling.

Com certeza alguns dos motivos da longevidade da Plebe Rude se deve ao fato de serem fiéis as suas origens, coerentes em sua postura como músicos e artistas que sabem passar uma mensagem  em suas músicas, respeitando sempre o seu público antigo e com isso conquistando novas gerações de fãs ao longo de todos estes anos.Opinião para assistir e registrar algumas imagens de uma banda histórica e de suma importância no rock de Brasília e do Brasil.

Havia muitos anos desde a última vez em que tinha presenciado uma performance ao vivo da Plebe Rude, e seria a primeira contando com a presença do Clemente (Inocentes), que divide os vocais e as guitarras com o fundador da banda Philippe Seabra já há algum tempo.

E se lá fora o clima estava frio, a banda tratou de deixar o clima quente dentro do Opinião.

PLEBE RUDE - BAR OPINIÃO (03-09-2016) - 3O público que se fez presente nesta noite contemplava três gerações diferentes, e mesmo os mais jovens acompanhavam cantando as músicas de álbuns mais recentes e em uníssono os clássicos eternos da Plebe Rude.

Com um show energético recheado de grandes sucessos de sua carreira e músicas dos seus dois discos mais recentes “R Ao Contrário de 2006 e  Nação Daltônica” lançado em 2014.

A banda demonstrou uma grande sintonia e ótima movimentação no palco entre os integrantes que estavam totalmente a vontade.

Uma das coisas que em chamaram a atenção durante o show, e me bateu uma sensação de Deja Vu,  foi me dar conta de como as letras das músicas compostas há tanto tempo ainda soam tão atuais e se encaixam perfeitamente no contexto de toda situação que o país vive atualmente; digo sem nenhuma sombra de dúvida de que Philippe Seabra é um dos melhores compositores do rock nacional de todos os tempos; se alguém tem alguma dúvida é pegar e dar uma lida com calma em algum encarte dos discos da banda e vai entender o que estou querendo dizer.

Voltando ao show, os fãns que compareceram presenciaram um desfile de grandes clássicos da banda, “Brasília, Proteção, O Que se Faz, Até Quando Esperar, Johnny Vai à Guerra (Outra Vez), Sexo e Karatê, A Ida, Este Ano” e por aí vai.

A banda ainda proporcionou duas grandes surpresas para o público, tocando um dos clássicos eternos do Punk Rock Mundial “Rock The Casbah” do grande The Clash e depois quando tocaram “Pátria Amada” dos Inocentes; uma das obras primas do punk rock nacional (que se encaixa perfeitamente no que eu disse acima em relação de como uma música composta há tantos anos ainda é tão atual), colocando a galera pra pular e cantar junto com a banda ainda mais.

Destaque mais do que especial para a cozinha da Plebe, com o mestre André X (co fundador da banda) comandando o seu contrabaixo e Marcelo Capucci “sentando o braço” sem dó na batera com  extrema técnica e muito feeling.

Com certeza alguns dos motivos da longevidade da Plebe Rude se deve ao fato de serem fiéis as suas origens, coerentes em sua postura como músicos e artistas que sabem passar uma mensagem  em suas músicas, respeitando sempre o seu público antigo e com isso conquistando novas gerações de fãs ao longo de todos estes anos.

Por: Glauco Malta

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